“Descubra

Uma mãe é capaz de fazer tudo por os filhos, amor sem limites

Até onde vai o amor de uma mãe? Ouso dizer que não tem limites. Provavelmente, todos podemos afirmar que somos capazes de morrer para salvar a vida de nossos filhos. Quantas mães não o fizeram ao longo da história?

Há algum tempo, o furacão Harvey destruiu tudo em seu caminho em alguns lugares dos Estados Unidos, incluindo o Texas. Uma das histórias trágicas que li foi a de uma mãe que morreu durante uma enchente, mas conseguiu salvar a vida de sua filha.

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Vale muito a pena, mas ser mãe é difícil

Na verdade, vamos ser honestas aqui, ser mãe é a coisa mais difícil que já fiz.

A maternidade é uma escolha que você faz todos os dias para colocar as necessidades e desejos de outras pessoas antes das suas, mesmo quando você está cheia de ansiedade e não consegue encontrar nenhum valor em si mesma.

São as necessidades constantes que todos têm e tudo o mais se desenvolve a partir daí.

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Mulher conhece o homem que recebeu o rosto de seu falecido marido, é emocionante

Parada na imponente biblioteca da Clínica Mayo, Lilly Ross estendeu a mão e tocou o rosto de um estranho, cutucando as bochechas rosadas e olhando para a covinha sem pelos em um queixo que ela conhecia tão bem.

“É por isso que ele sempre deixava a barba crescer, para que pudesse tentar encaixá-la no queixo”, disse ela a Andy Sandness, enquanto ele fechava os olhos e se preparava para as cócegas de seu toque nas novas terminações nervosas do rosto que tinham sido de seu marido.

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Coisa boa mesmo é ter uma Renata na vida da gente, é uma dádiva de Deus 🥰

Renata significa renascida. E ela vive mesmo como se estivesse a ter uma segunda chance. De nome místico, Renata é inteligente, flexível e versátil.

Possui uma grande força vital, e toda esta vontade de viver faz da Renata uma mulher de espírito livre, muito pensadora e introvertida.

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A maternidade não é para todos e nem deveria ser, é um sacrifício

Eu nunca vou ouvir a primeira palavra do meu filho.
Jamais sentirei uma onda de orgulho por causa de um retrato meu, grosseiramente desenhado em giz de cera.

Nunca conseguirei relembrar a miríade de memórias que uma mãe vai acumulando com o tempo, à medida que seu filho cresce.

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O primeiro amor que não acabou, uma emocionante história

Estou com meu parceiro há mais tempo do que não.

Eu tenho 35 anos de idade. Então, como a matemática rápida vai te dizer, casei-me com a primeira pessoa por quem me apaixonei. Quando nos conhecemos, no colégio, eu não estava atrás de um marido que sufocaria meus filhos com beijos e fervesse orecchiette até a perfeição al dente – eu só queria ir ao baile com um cara atraente.

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Mulher vai viral após boicotar casamento da irmã, ela não quis sua filha como dama de honra

Os casais têm uma visão quando planejam seu casamento, mas há momentos em que as pessoas ao seu redor podem se machucar durante o processo de planejamento.

Uma mãe escreveu no Reddit “Fui idiota?” que sua filha de 4 anos foi efetivamente excluída do papel de dama de honra do casamento da irmã. Isso acabou levando outros membros da família a boicotar o casamento.

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Tudo o que aprendi após viajar pelo mundo, foram anos na estrada

Há quatro anos, pedi demissão e parti em uma jornada mundo afora em busca da felicidade. Passei alguns anos na estrada, o que me deu uma visão mais aprofundada não apenas sobre o mundo em que vivemos, mas sobre mim e o mundo em que vivo.

Fui em busca de algo, mas não sabia exatamente o que era: o significado da vida ou meu próprio propósito na Terra ou paz interior.

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Eu amamentei os meus meninos de 5 e 6 anos no parque, não desisto até eles estarem prontos

Esta mãe ainda amamenta seus dois meninos – de cinco e seis anos – antes e depois da escola e diz que não vai parar até que eles decidam que é hora deles próprios.

Sheryl Wynne, de Wakefield, West Yorkshire, Inglaterra, insiste que amamentar seus filhos em idade escolar é completamente normal, pois cimentou um vínculo vitalício entre eles e os tornou “mais próximos”.

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Noiva prepara casamento emocionante para marido cego, o detalhe do vestido é incrível

Um noivo cego compartilhou os esforços que sua esposa fez no dia do casamento para tornar a comemoração o mais acessível possível para ele.

“Sou cego e acabei de me casar”, disse o noivo Anthony Ferraro em um vídeo no TikTok sobre seu casamento no início deste mês, que foi visto mais de 500 mil vezes.

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A relação acabou mas as memórias não, pode não ter sido amor

Estar com você foi como o tipo de batimento cardíaco que você teme que seja ouvido por todos na vizinhança. Eram palmas suadas, pulso rápido, piscando rápido e borboletas explosivas.

Foi persistente, onipresente.

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Quem tem uma amiga Susana tem tudo, quem não tem que procure uma 😍

Susana é corajosa. É o melhor adjetivo que encontro para descrever esta mulher. Obstinada e persistente, Susana tem uma incrível força de vontade.

Esta força é canalizada para tudo aquilo a que se propõe realizar.

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Viagens ensinam muito sobre o amor, a liberdade e compreensão são a grande chave

Há um ano, sentei-me para escrever um artigo sobre o amor. Depois de inúmeras horas perdidas olhando fixamente para a tela de um computador, aceitei a realidade de por que não conseguia escrever o artigo: eu não sabia o suficiente sobre o amor fora da minha própria experiência pessoal.

Então, decidi fazer a próxima melhor coisa. Ao longo de um ano, perguntei a mais de 50 pessoas em mais de 20 países em que viajei o que eles acreditavam que era o amor e documentei suas respostas.

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Na simplicidade encontramos o verdadeiro valor da vida

Quanto mais o tempo avança, mais acumulamos experiências e saudades deliciosas que nos recheiam o coração. Quando a saudade aperta, quando a vida dói, quando chegam as festas de fim de ano, são as lembranças os maiores alentos que nos salvam da angústia frente ao que se foi e faz muita falta.

Viver é uma viagem imprevisível rumo ao desconhecido, pontuada de acontecimentos improváveis, de perdas irreparáveis, de quedas bruscas e de decepções incontáveis.

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Um abraço faz todos os problemas do mundo desaparecerem

O abraço é um gesto incrível, que nos faz sentir bem, nos faz sentir amados, queridos e acarinhados. Um abraço consegue fazer todos os problemas do mundo desaparecerem.

O abraço é algo tão sagrado que aproxima dois corações, de forma que um possa sentir as batidas do outro. E vai, além disso, determinados abraços conseguem conectar almas. Atualmente, estamos cada vez mais conectados, virtualmente, mas o abraço anda meio escasso nas relações humanas.

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Ser mãe é uma aventura que vale sempre a pena

A arte de ser mãe não é ensinada nas escolas, não se herda ou se aprende em livros. Se sente, nasce e aparece como um escudo que te dá forças que você nunca pensou que possuía.

Ser pai, avô, avó, tio ou tia também é descobrir como uma parte da nossa essência toma forma e conquista nossos corações. É maravilhoso. No entanto, o simples ato de dar à luz uma criança estabelece uma ligação mais forte e íntima entre mãe e filho.

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Pessoas que não gostam de animais não gostam de ninguém

Aparentemente esta é uma afirmação dura, talvez até chocante, mas um animal é um ser vivo, que embora qualificado como irracional pela ciência, pessoas que convivem com eles afirmam que suas reações são adequadas para cada situação.

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Se você tem medo de perder a pessoa amada, esse texto é para si

Não é difícil entender o medo de ficar sozinho: o apartamento vazio depois do trabalho, a estranheza das tardes de domingo, o sentimento de exclusão durante as férias… Conhecemos as agonias de estarmos sozinhos.

O que é bem menos compreendido e menos eloquente ou frequentemente descrito, é o preço enormemente alto exigido do outro lado da equação.

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Ele trabalhava num frigorífico e ficou preso lá dentro

“Amai ao próximo como a ti mesmo”.

Penso que a maioria das pessoas no mundo conhece esta frase, mas você sabe realmente o que isso quer dizer? Você sabe como praticar o amor ao próximo?

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Uma mãe solteira não é feio, feio é o pai só aparecer quando convém

Somos extremamente críticos como sociedade: mais preocupados com o que acontece na vida dos outros do que com a nossa. Como resultado, as conversas à mesa do jantar oscilam entre política e fofoca.

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Aprender é crescer, é ir além, é ultrapassar barreiras

Você já se sentiu inquieta por dentro? Com um sentimento de que não está fazendo o bastante, e fica procurando onde está o problema, o erro – o que devo fazer? O que posso fazer? Como vou fazer?

Parece que a vida está sem sentido. Parece que falta qualquer coisa, uma peça, sei lá! É como se algo não se encaixasse. Como se estivesse no lugar errado, fazendo as coisas erradas, com as pessoas erradas.

Mas como assim?! Será que estou enganada? Muitas vezes vem a dúvida se estou mesmo vendo as coisas como elas são. Como se estivesse fora da realidade. Na verdade, penso que isso é o terrível medo de errar.

O medo nos paralisa! O medo do desconhecido, o medo de não conseguir, que muitas vezes nos deixa paranoicos, nos fazendo tomar todas as decisões, menos aquelas que são benéficas para nós.

Mas errar é normal, né? É errando que se aprende.

Se você não fizer, nunca vai errar, mas se você quer fazer algo por você terá de encarar o erro como degraus a serem escalados.

Mas como não ter medo de que algo dê errado? E o que faço com a minha insegurança? E o que os outros vão pensar e dizer? E se pensarem que eu sou uma má pessoa?

Mas o que importa o que as pessoas pensam? E daí? Quando falamos assim em relação à opinião dos outros sobre nós, será que estamos sendo honestos conosco?

Será que realmente não estamos nem aí? Então, porque será que ficamos paralisados de medo quando temos de tomar uma decisão e isso nos faz pensar no que os outros diriam? Ficamos preocupados com a nossa reputação.

E, nessa altura vem o medo de errar, porque se der errado todos vão comentar, todos vão apontar o dedo e quando fazem isso conosco, temos a forte tendência a nos sentirmos acuados, tristes, com um sentimento de culpa, de que não somos suficientes.

Muitas vezes manifestamos isso em forma de violência, agressividade, negação ou então ficamos depressivos.

E assim vai minando a nossa autoestima e vamos nos colocando cada vez mais embaixo quando tentamos nos encaixar num padrão para agradar à opinião dos outros, para sermos aplaudidos, apreciados e não hostilizados.

Ninguém quer ser hostilizado, ninguém quer que metam o dedo em suas feridas.

Portanto, o erro deve ser acolhido com amor, ou seja, devemos olhar para ele com muito carinho e tentar tirar o máximo de aprendizado dessa situação, mas como fazer isso sem ter o apoio das pessoas que nos cercam?

Na verdade, se tivermos consciência de que devemos encarar os nossos erros como impulsos para melhorarmos, não vamos ter necessidade de aprovação e tão pouco vamos nos  importar com o que vão pensar de nós.

Mas, porque tenho medo? Onde está a origem desse medo?

Para responder a isso cabe muita investigação. Você terá de olhar para dentro de si. Terá de parar de olhar para o mundo cá fora e olhar no fundo, de você mesma, pois só aí é que temos a possibilidade de encontrar a resposta.

Mas como faço para olhar para dentro de mim? Como assim?

Escute o seu corpo, sinta a sua respiração, preste atenção a ela. Analise os seus sentimentos, as suas ações e as suas reações. Esteja atenta sobretudo aos seus pensamentos. Que tipo de pensamentos você costuma ter? Que pensamentos você alimenta?

Investigue todas as suas memórias, procure saber o porque você se sente desta ou daquela forma.

Se não fizermos isso, vamos continuar dependendo da aprovação dos outros. Vamos continuar sentindo medo, travando a nossa felicidade, a nossa criatividade e o verdadeiro sentido da vida.

Quem gostaria de chegar aos 70 anos e ter um sentimento de vazio dentro de si? Aquele sentimento de que falta alguma coisa. De que viveu uma vida inteira e não se sente satisfeita. Como se não tivesse feito tudo aquilo que gostaria de ter feito. Enfim, falta alguma coisa.

O medo nos paralisa de tal maneira a ponto de passarmos uma vida inteira sem olhar para o que de bom ela tem. O medo nos torna pessoas amargas, agressivas, tristes, frustradas.

Entretanto, a viagem para dentro de si mesma em busca das respostas às suas perguntas, é longa. Requer sobre tudo paciência e perseverança, mas vale a pena trilhar esse caminho, pois cada dia se torna uma nova oportunidade de aprender.

E aprender é bom demais! Aprender é crescer, é ir além, é ultrapassar barreiras. Penso que o saber, não no sentido de conhecimento, mas de sabedoria é o que nos dá satisfação na vida, no entanto, para sermos sábios temos de investigar as nossas sombras, e assim voltamos ao mesmo.

Não fuja do autoconhecimento, pois ele te dará todas as respostas que você precisa.

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Já sentiu raiva de si mesmo por ter um coração bom com quem não merece?

Quando está desapontado com algo ou alguém, como você reage? Você fica com raiva ou deprimido? Fica de mau-humor? Ou você se fecha em si mesmo, desanimado e derrotado, para lamber suas feridas e ficar com pena de si mesmo?

A decepção é inevitável; é como você lida com isso que define o resto da sua vida!

Todo mundo tem pelo menos um parente que faz cara feia, amigo ou vizinho com a alma amargurada e que nunca tem nada de bom a dizer sobre ninguém. Essas pessoas se movem pela vida com expressões confusas e olhos malévolos, sem um sorriso nos lábios…

Você pensa que elas são mais infelizes do que os outros, por isso as perdoa sempre? Algo pode tê-las machucado tanto que sua visão de mundo se tornou amarga, mas isso realmente deve importar para você no dia a dia?

Temos a força interior para lidar com tudo o que a vida proporciona a nós. Não é a quantidade de pesar ou decepção que surge em nosso caminho que é determinante, mas sim a maneira de lidar com isso é que molda o caráter de uma pessoa.

Aqueles que podem aceitar o bem e o mal, o sucesso e o fracasso, a vitória e a decepção com a mesma tranquilidade são aqueles que passam no teste da vida. É a sua resposta aos contratempos que define como será o resto da sua jornada.

As decepções são inevitáveis ​​para todos. As expectativas nem sempre podem ser atendidas de forma satisfatória, nem todos os sonhos podem ser realizados. As pessoas nem sempre agirão como desejamos, nem os relacionamentos prosseguirão da maneira que planejamos.

Os pais nem sempre aprovarão o que você quer fazer; os amores nem sempre distribuirão apoio e elogios; as crianças nem sempre visarão agradar. Quando as coisas não acontecem do nosso jeito, o desencanto é natural.

Se permitirmos, a decepção pode levar à tristeza, desilusão, desânimo ou raiva. Frequentemente, tendemos a descarregar isso nas pessoas mais próximas de nós, o que, é claro, leva a mais problemas. 

O primeiro passo para lidar com as decepções com a maturidade é definir expectativas realistas. Mesmo ao fazer isso, mantenha espaço para decepções. Não faça nada esperando viver uma decepção, é claro, mas mantenha o plano B pronto.

Se seus planos ou expectativas forem frustrados, reserve um tempo para sofrer; não há nada de errado em se sentir desapontado ou desiludido. Apenas saiba que você tem de sair dessa e com o tempo você vai superar, seja lá o que for.

Isso também lhe dá a oportunidade de avaliar a situação e sua posição. Ter uma perspectiva é importante. Qual será o impacto dessa decepção em sua vida? Você consegue ver um rastro de esperança e tentar focar nisso?

Após aceitar a situação, é mais fácil mudar, ter uma visão objetiva e planejar ações futuras. Talvez você possa ter outra oportunidade; avalie se você gostaria de aproveitá-la ou deixá-la passar para buscar outra coisa mais recompensadora.

Ou talvez todas as portas à sua frente estejam firmemente fechadas e você precise mudar de rumo completamente… Isso também é bom! A vida oferece tantas opções… E lhe dá várias oportunidades para corrigir seus erros ou decepções. Aproveite essa chance!

“Tenha esperança, não expectativa. Assim, pode acontecer um milagre e não uma decepção.” (Frase da série Dark, disponível na Netflix)

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A primeira pessoa a se beneficiar com o perdão é aquela que perdoa, perdoe e viva mais

Todos estamos sujeitos a causar e sofrer danos, seja de ordem emocional, física ou financeira. Quem nunca perdeu o controle diante de uma discussão e teve uma atitude impensada!? 

Um dos grandes motivos de sermos ofendidos, é que colocamos altas expectativas. Quanto maior a expectativa, maior a decepção.

Cuidado com as expectativas depositadas em pessoas, são humanos, limitados e falhos, esteja preparado para perdoar.

Após um trauma, uma decepção, uma injustiça, é necessário realizar uma higiene mental, avaliar as circunstâncias, e liberar-se da culpa, da raiva, do ressentimento e talvez até do desejo de vingança, para que sua vida não fique girando em torno daquele que o feriu. Em primazia o perdão é importante para o próprio bem da pessoa ferida.

Dr. Augusto Cury, psiquiatra, escritor e criador da Academia de Gestão da Emoção, afirma: “A primeira pessoa a se beneficiar com o perdão é aquela que perdoa e não aquele que é perdoado.” 

A mágoa e o ressentimento é uma carga pesada demais para carregar, tanto que adoece até os ossos.

Quanto mais intimidade tivermos com o que ocasionou a ofensa, maior a dor. Geralmente pessoas estranhas, ou de pouco convívio, não tem o poder de nos magoar profundamente.

Àqueles que alta confiança é depositada, fazem maiores estragos em nossas almas. Mas isso não quer dizer que você não pode depositar confiança em alguém, ou deixar que se aproximem de você, isso quer dizer que precisa estar pronto para perdoar, caso algo ruim aconteça, pois, nos relacionamentos interpessoais, é inevitável que em um momento ou outro sejamos ofendidos, ou ofendamos o outro.

A ofensa pode ter sido gerada de maneira intencional ou não. Às vezes nos ofendemos com alguém, que não teve a menor intenção de provocar tal ofensa, e aquele se torna um desafeto sem mesmo saber.

Não é possível mudar o ocorrido, mas o que vou fazer a respeito, de que maneira vou aceitar aquela ofensa, esses posicionamentos serão determinantes para o futuro.

Há quem diga: “perdoar é abrir mão das dores do passado e se abrir para uma nova história”. A frase é bonita, mas só quem já passou por uma ofensa sabe o quão desafiador é romper com a dor e a vergonha que insiste em nos acompanhar.

Perdoar não tem a ver com sentimento, é uma decisão.

Não é possível ter desejo de perdoar alguém que nos ofendeu, deve ser uma decisão consciente e intencional, nos permitindo passar pelo processo de liberação do outro, pois se nos recusarmos a isso, o dano maior será em nós mesmos.

Os sentimentos negativos gerados pela ofensa, são extremamente nocivos, tanto que em muitos casos, doenças são desencadeadas no corpo como; problemas cardíacos, elevação de pressão arterial, e até alguns casos de câncer, que os médicos afirmam ter sua origem em sentimentos de amargura, além de distúrbios emocionais e psicológicos. 

A ofensa é externa, mas seu dano é interno. Muitas pessoas sofrem de insônia, stress e depressão por carregarem algo que não deveriam, bagagem desnecessária e extremamente pesada, e nos cansa na trajetória da vida.

Judith Dipp, psicóloga, declara: “Quem decide perdoar não quer mais se vingar, não remói o problema, não desacredita no outro pelo erro cometido”.

Quando não perdoamos, nos estagnamos, ficamos presos àquela memória. O perdão é uma oportunidade de se libertar das amarras para seguir adiante. 

Perdoar é possível, esquecer não.

Não devemos nos iludir, o perdão não é uma amnésia, ou uma regressão no tempo para mudarmos aquela situação ocorrida, mas a medida que vamos nos liberando dos sentimentos ruins com relação ao ocorrido, a dor vai sendo amenizada, até tornar-se apenas uma experiência, daqueles que nos induzem à maturidade, à compaixão, e à humildade. 

Perdoar nos devolverá a paz de espírito, a confiança, a alegria, mesmo quando lembrar do ocorrido nossos sentimentos não serão abalados, nosso bem-estar depende de liberarmos perdão à quem nos causou dano. 

Em seu Livro “Prisioneiro da mente”, Augusto Cury conta a história de Theo Fester, um magnata, muito conhecido no mundo dos negócios, que decidiu não se deixar prender pelas humilhações vividas na infância, usou sua dor para se construir e não se autodestruir, e ainda empregou aqueles que o feriram no passado.

Sua história de superação a uma vida de humilhações e privações pode ser uma inspiração para nós.

Pesquisas mostram que as pessoas que perdoam desfrutam de bem-estar, equilíbrio emocional, felicidade, melhor saúde física, seus relacionamentos são duradouros.

A lei da semeadura também é válida quando falamos de perdão. Quem de nós, nunca errou? Todos nós em algum momento da vida já fomos beneficiados ao receber perdão de outrem, então devemos também liberar àqueles que nos ofendem.

A oração do “Pai nosso” comum em muitas crenças, fala: “Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos os nossos ofensores”. Sendo assim, para que obtenhamos o perdão, devemos também dar a quem nos ofendeu.

Nossa reação diante das situações vividas é que determinarão o nosso futuro.  Silas Zdrojewski, mestre em teologia, diz: “A nossa vida acontece a partir das nossas decisões.”. Portanto, decida perdoar para estar liberado para novas conquistas.

Quando você se conhece o suficiente, tudo muda, os dias ficam mais leves

Bem… sabe aquele dia em que você acorda e parece que antes mesmo de sair da cama já sente que o dia vai ser daqueles? 

Você quer afastar da sua mente certos pensamentos, mas não dá, eles acabam sempre por voltar e aquilo vai te irritando aos poucos.

Parar, ficar só, respirar, meditar, caminhar, pode resultar muito bem.

E se você não tem como fazer nenhuma destas coisas ou simplesmente não consegue se concentrar para fazer se quer um exercício de respiração?

Dá uma vontade de gritar com as pessoas. Situações que geralmente você consegue exercer um nível bom de paciência, nestes dias, são extremamente irritantes.

Falta paciência até mesmo para lidar com a nossa própria pessoa, quanto mais para lidar com os outros.

Porém, é exatamente nestas situações que devemos cultivar o amor ao próximo. Esses desafios  nos são colocados à frente para que possamos exercitar nossa capacidade de auto avaliação, pois o que nos irrita não está no outro e sim em nós.

Naquele dia você já sabe que o astral não está lá grande coisa, por isso, o problema está em você e não no outro.

Na verdade, é você que se irrita e não o que o outro faz, no entanto, manter esse nível de maturidade e poder sobre as suas emoções e pensamentos não é nada fácil, mas também não é difícil. Basta que você treine e que esteja empenhado ou empenhada em fazê-lo.

Pois, aquilo que o outro faz é problema dele e não seu, mas as suas ações são de sua inteira responsabilidade.

Não devemos nos esquecer de que as leis universais são justas e ninguém sai sem pagar a conta. Por isso, tudo aquilo que fazemos contra qualquer outro ser vivo, seja bom ou ruim, reverte-se em alegria ou sofrimento em nossa vida.

Aqui se faz, aqui se paga.

Conviver, meus amigos, é uma arte que deve ser treinada diariamente, e haja paciência.

Mas, no fim das contas, quando você olha para trás e sente que não se deixou levar pelas suas emoções e que ao invés de mandar alguém para aquele lugar, você respirou 10 vezes e falou educadamente e com carinho… Ah! O nosso coração se enche de… não sei bem como explicar esta sensação, mas penso que esse sentimento tem vários nomes, é satisfação, alegria, paz interior, sensação de dever cumprido, etc.

E são esses sentimentos que nos traz muitos outros benefícios, tais como: confiança, amor-próprio, felicidade, certezas de que estamos no caminho certo.

No fundo, você fez o que era melhor para você e em consequência melhor para o outro também, que não sentiu toda aquela ira, que estava dentro de você e que seria capaz de pulverizar tudo à sua frente como uma bomba atômica, se isso fosse possível, mas ainda bem que não é.

Penso que essa é a grande definição de, “amai ao próximo como a ti mesmo”, pois a partir do momento que você decide fazer o melhor por você, consciente de que tudo de ruim ou bom que fizer retornará a si mesmo, estará fazendo o melhor também ao outro.

Por isso, o melhor para você, aquilo que te traz felicidade verdadeira, que te acalma a alma e o coração, é também o melhor para o outro, não tenha dúvidas.

Eu sei que tudo isso parece complicado em um mundo onde cada um é por si, mas é mesmo assim, temos de ser por nós primeiramente e só então podemos ser melhor para o outro.

Mas sermos melhores para nós inclui passarmos por um processo de auto conhecimento profundo e diário. Se eu não me conheço, como vou saber o que é melhor para mim? Como vou poder então fazer o melhor para o outro, já que uma coisa leva à outra?

Meus amigos, a fonte de tudo, absolutamente tudo, está em nós, na nossa mente; essa arma poderosíssima que temos à nossa disposição e que nos foi concedida amorosa e imerecidamente pelo criador.

Entretanto, se não conhecermos bem essa arma, ela própria nos destruirá e destruirá também, por consequência, tudo à nossa volta, pois ela tem o poder de criar e de destruir.

Por isso, vamos ser criadores e não destruidores. Vamos ser criadores de sorrisos, de relações bem estabelecidas com base na confiança e no amor, na aceitação do outro, na compaixão e empatia pelo sofrimento alheio, caso contrário, estamos fadados ao fracasso.

Viveremos uma vida sem sentido, sem vida, na verdade. Pois, vida de verdade é com sinceridade, com amor, com lealdade, com caráter, sem máscaras, sem mentiras, sem enganações, sem esquemas para se auto-beneficiar.

Essas coisas só nos traz infelicidade e ruína, e quem diz isso não sou eu, quem disse foi o maior de todos os mestres, Jesus. Ele disse isso a mais de 2 mil anos atrás e até hoje não aprendemos. Eita! Lição difícil de aprender! 

Mais uma vez repito, se não conhecermos a fonte do nosso poder, a nossa mente, que vem do criador, jamais conseguiremos entender e aprender a valiosíssima lição de Jesus Cristo.

Fica a dica!

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