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O “cachorro de estimação” da família que matava patos e galinhas era, na verdade, uma raposa

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O animal, que foi batizado de “Run Run” por seus donos, fugiu da casa da família no Peru e agora está sendo perseguido pela polícia ecológica e funcionários da vida selvagem.

O “cachorro de estimação” da família que irritou os vizinhos matando e comendo patos e galinhas acabou se revelando uma raposa.

Maribel Soleto comprou um novo cachorro em uma pequena loja no centro de Lima, Peru, acreditando que era um cachorro jovem.

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O animal, que eles chamaram de “Run Run”, inicialmente brincava alegremente com outros cães de estimação da vizinhança, mas à medida que crescia, surgiram sinais de que algo não estava certo.

Run Run mostrou uma verdadeira paixão por perseguir e matar patos e galinhas em um comportamento que irritou a comunidade local.

O animal acabou se revelando uma raposa andina, que tem pernas finas, cauda espessa, cabeça pontuda e orelhas proeminentes.

Run Run fugiu de casa há alguns dias e a polícia ecológica e funcionários do Serviço Nacional de Florestas e Vida Selvagem (SERFOR) estão procurando por ele para levá-lo a um centro especial ou zoológico.

“Nós pensamos que ele era um filhote de cachorro de raça pura”, disse Sotelo, acrescentando que seu filho adolescente comprou o animal como animal de estimação pelo equivalente a US $13 (£10) cerca de seis meses atrás.

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“Uma senhora nos disse que Run Run comeu três porquinhos-da-índia grandes”, disse Sotelo, lamentando porque teve que pagar aos donos pelos animais mortos.

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Walter Silva, veterinário e especialista em vida selvagem do SERFOR, disse que muitos animais silvestres são trazidos por “traficantes” de áreas amazônicas como Loreto, Ucayali e Madre de Dios, para serem comercializados ilegalmente em Lima.

“O tráfico de animais selvagens traz essas consequências. Muitos espécimes são capturados de filhotes. Para isso, eles matam os pais e esses jovens são comercializados ilegalmente em mercados informais”, disse ele.

“Neste caso, uma raposa comprada como cão doméstico.”

O veterinário disse que o SERFOR realizou 128 intervenções este ano para apreender animais silvestres em Lima.

O comércio ilegal de animais pode levar a uma pena de prisão de três a cinco anos no Peru, disse Silva.

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